fonte: Jornal Dance | agosto/2009
É lícito fazer passos de show?
É, desde que o espaço na pista permita, sem atrapalhar o fluxo e sem colocar ninguém por perto em risco. Afinal, as pessoas aprendem e praticam tanto nas academias para que? Para nunca usar? E mais: ouse sempre, improvise, tente criar seus próprios passos. Isso tornará sua dança mais rica e prazerosa, além de inovadora.
Dancem um para o outro
Dança a dois é troca, conexão e emoção. O prazer deriva disso. Quem tenta fazer da parceira, ou parceiro, mera escada para exibicionismo não está dançando. O homem tem que saber esperar e respeitar os tempos musicais da mulher, fazê-la brilhar. E ela precisa também tomar iniciativa, entender as sugestões do cavalheiro e responder de forma ativa e bonita.
Ausência a dois
O pior defeito de qualquer dançarino, ou dançarina, não é desconhecer passos ou conduzir mal. É o descaso com o outro. Por exemplo, dançar virando a cabeça para os lados, dando fé de tudo que está acontecendo ao redor e nas mesas. Alheio ao parceiro. É uma dança totalmente desprovida de emoção. Fujam de quem tem esse péssimo hábito!
Aplaudir, sempre
Gostou da banda? Bata palmas, sempre. Gostou do show? Idem. Isso para os profissionais é extremamente importante, gratificante, estimulante. Mas se não gostar, esqueça. Conduza a dama à mesa Meninos, que coisa feia quando largam a dama sozinha na pista depois da seleção. Pois saibam que é uma das coisas que elas mais reparam e reprovam em vocês.
Marcação
Em baile de academia, por favor, esqueça aquela marcação contadinha que o professor passou em aula. Aquilo é só para efeito didático, você não precisa nem deve dançar assim. Faça tudo a seu modo, inclusive criando adaptações justamente para fugir da marcação padrão e sem graça.


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